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A pele e as emoções

Embora você cuide da pele, usando diariamente cosméticos adequados e protetor solar e até se submetendo a tratamentos estéticos para melhorar a aparência e prevenir o envelhecimento, nem sempre nossos esforços impedem o ataque de um vilão silencioso: o estresse. Isso porque a pele, o maior órgão do corpo humano, reage progressivamente aos hormônios do sistema nervoso central, como a adrenalina e o cortisol, cuja produção aumenta em situações de tensão ou ansiedade. Em excesso, eles prejudicam o sistema imunológico e aumentam a produção das glândulas sebáceas, duas conseqüências atrozes para impulsionar o surgimento de problemas dermatológicos — dos mais simples, como dermatites e micoses, até mais graves, como vitiligo e psoríase.

A pele tem relação estreita com a nossa mente e reflete muito do que se passa em nosso interior, pois é altamente sensível às nossas emoções. Acnes, dermatites, irritações da pele e determinadas alergias são associadas ao nível de estresse do paciente. Assim como é comum que sejam desencadeadas pelo estado emocional as erupções causadas por vírus, como verrugas e herpes.

E não é só o estresse negativo (o chamado distresse) — aquele que tensiona os músculos e causa dor de cabeça — que desencadeia disfunções cutâneas. O positivo, chamado eustresse, é gerado por situações felizes (casamentos, viagens, promoções, nascimentos) e pode acarretar as mesmas conseqüências se a pessoa transformar o motivo de alegria em paranóia.

Por isso muito cuidado com as fortes emoções, antes de tudo lembre que sua pele merece essa atenção.

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